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1825 - Ponte de Pedra

1825 – Em torno desta data é construída a Ponte de Pedra*, um dos monumentos históricos mais bonitos e emblemáticos da cidade.

*na verdade esta era de madeira, pois a “de pedra” vaio a começar em 1846, recém finda a Guerra dos Farrapos.


Ponte de Pedra é uma ligação com o passado


Ponte de Pedra - Década de 1950



Porto Alegre abriga um numeroso patrimônio cultural e arquitetônico como edifícios históricos, templos, teatros, museus, bibliotecas, universidades e monumentos. Entre eles está a Ponte de Pedra, também chamada de "Ponte dos Açores”, uma vez que está situada no chamado Largo dos Açorianos, que abriga também o Monumento aos Açorianos.

Composta por três arcos plenos, apoiados em duas fundações enterradas nas margens de antigo riacho e sobre dois pegões de pedra aparelhada, a ponte de pedra substituiu outra ponte de madeira erguida quase no mesmo local por volta de 1825. Em 1846, durante o período de pacificação da província rio-grandense, o Conde de Caxias, então presidente, decide construir uma nova ponte, de pedra, na embocadura da Rua da Figueira, lugar mais favorável ao trânsito público. A nova obra deveria ser mais durável e, por isso, foi construída de alvenaria de pedra.

O construtor designado foi João Batista Soares da Silveira e Sousa* e a obra foi aberta ao público em 1848, ainda inacabada, e só foi concluída em 1854. A ponte cruzava um dos braços do arroio Dilúvio, que se bifurcava onde hoje está o Colégio Estadual Protásio Alves, e representava a única ligação entre o Arraial (pequeno vilarejo) do Menino Deus e o Centro Histórico de Porto Alegre.

*era o maior construtor do Estado, tendo o título de Comendador Ba(p)tista, sendo homenageado com uma rua – ruela de uma quadra – entre a atual Rua da República e a Rua Sarmento Leite. Ele fez muitos edifícios como o Theatro São Pedro, o primeiro arranha-céu, o Edifício Malakoff, chegou-se a falar que era o homem dos mil escravos.

Em 1937, o arroio começou a ser retificado, e a ponte perdeu a sua função, mas sobreviveu como memória daqueles tempos. Transformada em monumento urbano e testemunha do passado, o monumento de pedra foi tombado pelo município em 1979 e ganhou um espelho d'água sob os seus três pilares em arco. Apesar disso, o nível da água foi estabelecido bastante alto, acima dos seus pilares que usualmente ficavam à vista, de modo que a ponte ficou com o aspecto de estar sob uma condição de enchente. A Ponte de Pedra já foi pintada pelo artista Luís Maristany de Trias (1885-1964), e a tela a óleo se encontra exposta no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS).

NOTA – Há pouco a ponte foi entregue à cidade toda ela restaurada. Tudo indica que dentro dos padrõres adquados.

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