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Cidade Verde



Amantes da vida ao ar livre, os gaúchos passam grande parte do tempo livre nos parques com o chimarrão (para beber chá de mate) e com os amigos. Os passeios de bicicleta são muito comuns, tal como o jogging, onde não falta a companhia do animal de estimação. O parque mais emblemático da cidade é o Farroupilha, ou da Redenção, como é chamado pelos locais. Os 40 hectares multiplicam-se em jardins de diversas inspirações: do europeu ao oriental. Há também um lago com pedalinhos (barcos a pedal. Aos sábados, realiza-se a Feira Ecológica com produtos da região, entre os quais os doces de Pelotas e as Schmier, geleias alemãs. Aos domingos, acontece a feira mais esperada da semana, o Brique da Redenção. Citando Luís Fernando Veríssimo, “é uma feira de antiguidades, em que tudo, até revista da semana passada é considerada antiguidade”. O Parque Moinhos de Vento, também chamado de Parcão, é atravessado pela Avenida Goethe, que fecha ao trânsito sempre que há um desafio entre os clubes de futebol locais, o Grémio e o Interacional. Nesses dias, o parque torna-se ponto de encontro das claques (torcidas). Construído sobre o aterro do Guaíba, o Parque Marinha do Brasil é o local de eleição dos desportistas e tem courts de ténis e pistas adaptadas à prática de diversos desportos*. O verde é uma constante na cidade. Nada de estranhar, já que Porto Alegre é a segunda capital brasileira com maior área rural. A título de curiosidade diga-se que só a zona sul da capital dispõe de 180 hospedarias de cavalos. Há ainda estâncias de agricultura familiar, sobretudo produtores de ameixas e de pêssegos, fundadas no século XIX. Nas avenidas da cidade proliferam árvores como os ipês, as paineiras, os jacarandás e as grevilhas.

*Em 2022 foi entregue à cidade ao lado oposto do Marinha, à beira do Guaíba, um conjunto novo de praças esportivas, com grande atração de praticantes de esportes.

Também foi entregue o novo Parque do Pontal, com as obras do espaço que fora do Estaleiro Só

ATUALIZANDO....

PARQUE FARROUPILHA

CEP 90040-480

Bairro Farroupilha*

*Curiosamente, este bairro engloba além do parque apenas uma quadra em cada ponta, chegando até a Avenida Venâncio Aires ao Sul e até a Rua Sarmento Leite ao Norte.

Criado pelo Decreto de 19 de setembro de 1935 do prefeito Alberto Bins.

Antes se denomina Campos da Várzea, Campos da Redenção, Parque da Redenção (como ainda muitos o chamam), oficialmente é PARQUE FARROUPILHA.

Também se chamou r Campo do Bom Fim, em função da capela.

Em 1884, com a libertação dos escravos na cidade, muitos acabaram se instalando na área, que passou a se chamar Campo da Redenção.

Nessa época, tinha 69 hectares. Ali acampavam carreteiros e ficava o gado para o abastecimento – havia um grande matadouro onde foi o Cinema Avenida.

A Escola de Guerra do Exército, atual Colégio Militar, foi iniciada em 1872. Depois foi a faculdade de Medicina, a de Direito e a Escola de Engenharia.

Nessa época havia uma praça de touros e um velódromo junto à Redenção.

Em 1935, o local foi sede da grande exposição para marcar o centenário da Revolução Farroupilha e passa a chamar-se de Parque Farroupilha. E se faz o Instituto de Educação.

O anteprojeto de ajardinamento do Parque é do arquiteto urbanista Alfredo Agache, que criou um passeio, o grande lago e a integridade do parque como um todo.

Agache foi um arquiteto francês que, além de desenhar nosso Parque, trabalhou na urbanização do Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Curitiba nas décadas de 1940 e 1950.

O parque tem aos domingos seu Brique da Redenção, feira ecológica aos sábados pela manhã, uma feira de artesanato aos sábados á tarde na Avenida José Bonifácio, uma feira de artesanato na gente do Mercado Público do Bom Fim. Tem um parque de diversões, o Auditório Araújo Vianna. Recentemente foi concedido um espaço junto ao “lago” para atividades gastronômicas.

Na atualidade, é circunscrito pela Avenida João Pessoa, Avenida José Bonifácio, Rua Luiz Englert e Avenida Paulo Gama. A Avenida Setembrina o corta, pois ainda se considerada a parte do Instituto de Educação no Parque. Nas outras edificações foi desafetado.

A partir desta data, numa bem montada engenharia ideológica a “guerra dos farrapos” passa a ser um marco de “unidade de todos os gaúchos”. Por isso, surge o festejo do 20 de setembro, os acampamentos etc.

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